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Playlist da semana #6

Oi, gente. Faz tanto tempo que eu não apareço por aqui. A vida tá corrida e a criatividade anda pouca, espero que entendam ❤
Hoje decidi fazer mais uma playlist da semana (que não anda tão semanal assim, já que a última vez que fizemos uma foi em setembro) e dessa vez é bastante específica: Covers do Kurt Hugo Schneider gravados em um único take.
Já falamos do Kurt aqui no blog no Youtube Day #3 e se você já leu deve saber que eu sou um pouquinho obcecada por ele. Escolhi alguns dos meus vídeos preferidos dele pra vocês. Espero que gostem ❤

  • Bruno Mars Medley
  • Maps – Maroon 5
  • Fight Song – Rachel Platten
  • Possible
  • Maroon 5 Medley
  •  I’ll Think of You
  • Cups

Então, por hoje é só. Até mais! /Vick

Teste de Bechdel

Nós do Estante de Sorrisos selecionamos alguns filmes que passam no Teste de Bechdel para indicar para vocês. Mas, afinal, o que é o Teste de Bechdel?

Ele foi criado por Alison Bechdel em 1985 em uma tirinha onde uma das personagens dizia para a outra que só assistia um filme se ele se tivesse 3 itens (que hoje compõem o teste de Bechdel). São eles:

  1. Ter pelo menos duas personagens femininas com nome;
  2. Que conversem entre si;
  3. Sobre qualquer assunto além de homens.

Bastante simples, não é? Mas o que pode te surpreender é que muitos dos filmes que estamos acostumados a assistir não passam nesse teste. Por isso selecionamos algumas categorias e escolhemos um filme que passa no teste e um que foi reprovado. Vem ver!

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Eleanor & Park, de Rainbow Rowell

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  • Título: Eleanor & Park
  • Autora: Rainbow Rowell
  • Número de páginas: 325
  • Editora: Novo Século
  • Ano de lançamento: 2013
  • Nota: 3 estrelas

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Eleanor & Park é sem dúvida alguma o livro que mais me deixou com sentimentos conflitantes até hoje. Eu não posso afirmar com convicção que gostei da obra ou que odiei, mas garanto que foi um dos maiores marcos da minha jornada literária.

Rainbow Rowell nos apresenta dois personagens principais e a história se desenrola a partir do ponto de vista de ambos. Alternando o narrador a cada capítulo, descobrimos os pensamentos de cada um e exploramos o desenvolvimento deste primeiro amor que começa de maneira sutil.

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Enquanto Eleanor se mostra bastante tímida e retraída, Park é educado, atencioso e inteligente. Juntos eles tentam achar uma maneira de fazer o relacionamento dar certo apesar de suas realidades serem muito distintas e da falta de apoio por parte da família da jovem.

A história flui de maneira simples e não se torna uma leitura cansativa. No entanto, se você é fã de finais felizes, possivelmente Eleanor & Park não seja o livro para você. Os últimos capítulos têm muita informação e deixam a desejar com um final um tanto inconclusivo e a quebra da expectativa que tínhamos para o casal. Eleanor se torna bastante incoerente, o que me incomodou um pouco.

Hoje, meses após o final da leitura, ainda não sei dizer se gostei ou não do romance de Rowell e toda vez que tento reler acabo me sentindo inquieta e agoniada durante dias. Até eu decidir como realmente me sinto em relação a este livro, ele fica classificado como uma das minhas (muitas) desilusões literárias.

Por hoje é só, até mais! / Vick