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25 Days of Christmas #6

Olá! Eu sei que esse post deveria ter saído antes de ontem, mas eu tive um problema com a internet que só se normalizou bem tarde da noite, então não pude escrever aqui no blog. Mas agora está tudo ok novamente, então não atrasarei mais posts. Enfim, hoje mostrarei os três livros de Natal que lerei esse mês para resenhar aqui. Dois eu já tenho, e um eu já tinha ouvido falar vários anos atrás, mas só recentemente foi traduzido para o Brasil pela Intrínseca.

1) Deixe a Neve Cair, de John Green, Maureen Johnson e Lauren Miracle: esse livro vai ser composto por três contos natalinos que se interligam. Iniciamos a história com Jubileu, uma garota que queria passar o Natal com o namorado, mas que precisa viajar para a casa de seus avós porque seus pais acabaram de ser presos. Durante a viagem, o trem para por causa da neve e Jubileu se vê tendo de aceitar a ajuda de um garoto estranho para conseguir avisar a seus avós o que aconteceu e chegar logo à casa deles, ao mesmo tempo que tenta a todo custo entrar em contato com o namorado. Não contarei mais nada, pois seria spoiler. Esse livro é muito leve e dá um quentinho no coração do leitor. Vou relê-lo próximo ao Natal e resenharei para vocês.

Deixe-a-Neve-Cair

2) O Presente que meu Grande Amor me Deu, organização de Stephanie Perkins: Stephanie Perkins é a autora de “Anna e o Beijo Francês”, talvez você já tenha ouvido falar. Ela resolveu reunir doze autores YA para fazer uma compilação de contos de Natal e Ano Novo. Ainda não li esse livro, mas há nomes muito famosos da atualidade na comunidade leitora, como Rainbow Rowell (Eleanor & Park) e David Levithan (Todo Dia). Estou animadíssima para lê-lo e resenhar aqui.

o presente do meu grande amor

3) Landline, da Rainbow Rowell: ainda não foi traduzido para o Brasil. Vai contar a história de Georgie, uma escritora de roteiros de séries de TV que se vê sozinha na véspera de Natal enquanto o marido e as filhas vão para Omaha. Motivo: Georgie precisa ficar em Los Angeles para escrever vários episódios de uma série original e mostrar a um grande empresário do ramo. Se ele aprovar, ela poderá ser roteirista de seu próprio programa! Ao mesmo tempo que está feliz por isso, o marido a deixou com uma pergunta na cabeça: será que eles estão bem ou ela estragou o casamento de vez? Essa pergunta consome Georgie até que o inesperado acontece. Ela consegue entrar em contato com seu esposo no passado, na época em que eles namoravam, através de conversas por telefone. Esses diálogos podem mudar seu relacionamento no presente. Será que Georgie deve executar essas mudanças? Ou nunca sequer deveria ter conhecido Neil?DSCF3885

É só isso por hoje. Até mais! /Jadeh

 

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Cidades de Papel, de John Green

  • Título: Cidades de Papel
  • Autor: John Green
  • Editora: Intrínseca
  • Número de páginas: 361
  • Ano de lançamento: 2008
  • Nota: 4 estrelas

Sinopse: O adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sio outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo tornou-se um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

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O John Green entrou na minha vida em algum momento do ano passado e acho que é pra ficar. Todos os livros dele que eu li têm algo especial, pesquisado especialmente para aquela história, como a cultura relativamente inútil contida nas notas de rodapé de O Teorema Katherine, as últimas palavras de Quem é você, Alasca? ou todas as informações sobre câncer em A Culpa é das Estrelas.

Claro que com Cidades de Papel não seria diferente. Nele não só aprendemos o significado literal de “cidades de papel”, mas tentamos decifrar qual mensagem Green quer realmente nos passar ao longo do livro.

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— ESSE TRECHO PODE CONTER SPOILERS –

Relendo algumas partes para fazer essa resenha, notei como uma das partes do poema Canção de Mim Mesmo (citado no livro) se encaixa na jornada de Quentin pelas cidades de papel, buscando encontrar Margo.

Não me cruzando na primeira, não desista,

Não me vendo num lugar, procure em outro,

Em algum lugar eu paro e espero por você.

Esse trecho ilustra bem as tentativas frustradas de encontrar Margo nas cidades de papel e a espera dela em Agloe após o comentário no Omnictionary.

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— FIM DOS POSSÍVEIS SPOILERS –

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Então, por hoje é só. Até a próxima! / Vick